"Mensagem da Rainha da Paz"

MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM MEDJUGORJE DE 02.10.2017 "Queridos filhos, falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão. Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família. A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco. Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO. Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada. "
MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM MEDJUGORJE DE 25.03.2017 “Queridos filhos! Neste tempo de graça convido todos vocês a abrirem seus corações à misericórdia de Deus, para que, através da oração, da penitência e da decisão pela santidade, comecem uma vida nova. Este tempo primaveril os estimula, em seus pensamentos e corações, a uma vida nova, a uma renovação. Por isso, filhinhos, Eu estou com vocês para ajudá-los a dizerem, com determinação, "sim" a Deus e aos mandamentos de Deus. Vocês não estão sozinhos, Eu estou com vocês por meio da graça que o Altíssimo me concede para vocês e para seus descendentes. Obrigada por terem respondido ao meu chamado.”

segunda-feira, 25 de março de 2013

No Domingo de Ramos, Papa pede que católicos não percam a esperança


Francisco falou que espera com alegria a viagem ao Rio para a Jornada Mundial da Juventude e marcou um encontro com os jovens.

Ilze ScampariniRoma, Itália



 No primeiro Domingo de Ramos, o Papa falou da viagem ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude. Francisco pediu aos católicos que nunca percam a esperança.
Um Domingo de Ramos com a Praça Vaticana repleta. As folhas de palmeiras lembraram a entrada de Jesus em Jerusalém e muitos ramos de oliveiras, trazidos do sul da Itália, foram distribuídos à multidão.
O Papa Francisco presidiu a procissão que, do obelisco Sisto V, no centro da Praça São Pedro, seguiu para o altar. Na homilia, Francisco combateu a tristeza e a falta de coragem afirmando que um cristão não pode nunca ser triste.
“Olhemos ao redor: quantas feridas o mal impõe à humanidade. Guerras, violência, conflitos econômicos que atingem os mais fracos. Sede de poder e dinheiro, corrupção, crimes contra a vida humana e a natureza. A nossa felicidade não nasce da posse de coisas”, disse.
Dirigindo-se aos jovens, o Papa falou que espera com alegria a viagem ao Rio de Janeiro para a Jornada Mundial da Juventude, em julho. Marcou um encontro com eles, na grande cidade brasileira, para que seja um símbolo de fé, disse o Papa. “Não deixem que nada roube de vocês a esperança”, concluiu o pontífice argentino no segundo domingo do seu pontificado.
Com a Missa de Ramos o Papa Francisco abriu Semana Santa. Nos próximos dias vai celebrar o ritual da paixão, morte e ressurreição de Jesus. As meditações da Via Crucis, no Coliseu, foram feitas por jovens libaneses. No domingo o Papa vai rezar a missa da Páscoa na Praça São Pedro.

Fonte :http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/03/no-domingo-de-ramos-papa-pede-que-catolicos-nao-percam-esperanca.html

sexta-feira, 15 de março de 2013

Santa Missa com os Cardeais






HOMILIA DO PAPA FRANCISCO

Capela Sistina
Quinta-feira, 14 de março de 2013



Vejo que estas três Leituras têm algo em comum: é o movimento. Na primeira Leitura, o movimento no caminho; na segunda Leitura, o movimento na edificação da Igreja; na terceira, no Evangelho, o movimento na confissão. Caminhar, edificar, confessar.

Caminhar. «Vinde, Casa de Jacob! Caminhemos à luz do Senhor» (Is 2, 5). Trata-se da primeira coisa que Deus disse a Abraão: caminha na minha presença e sê irrepreensível. Caminhar: a nossa vida é um caminho e, quando nos detemos, está errado. Caminhar sempre, na presença do Senhor, à luz do Senhor, procurando viver com aquela irrepreensibilidade que Deus pedia a Abraão, na sua promessa.

Edificar. Edificar a Igreja. Fala-se de pedras: as pedras têm consistência; mas pedras vivas, pedras ungidas pelo Espírito Santo. Edificar a Igreja, a Esposa de Cristo, sobre aquela pedra angular que é o próprio Senhor. Aqui temos outro movimento da nossa vida: edificar.

Terceiro, confessar. Podemos caminhar o que quisermos, podemos edificar um monte de coisas, mas se não confessarmos Jesus Cristo, está errado. Tornar-nos-emos uma ONG sócio-caritativa, mas não a Igreja, Esposa do Senhor. Quando não se caminha, ficamos parados. Quando não se edifica sobre as pedras, que acontece? Acontece o mesmo que às crianças na praia quando fazem castelos de areia: tudo se desmorona, não tem consistência. Quando não se confessa Jesus Cristo, faz-me pensar nesta frase de Léon Bloy: «Quem não reza ao Senhor, reza ao diabo». Quando não confessa Jesus Cristo, confessa o mundanismo do diabo, o mundanismo do demónio.

Caminhar, edificar-construir, confessar. Mas a realidade não é tão fácil, porque às vezes, quando se caminha, constrói ou confessa, sentem-se abalos, há movimentos que não são os movimentos próprios do caminho, mas movimentos que nos puxam para trás.

Este Evangelho continua com uma situação especial. O próprio Pedro que confessou Jesus Cristo com estas palavras: Tu és Cristo, o Filho de Deus vivo, diz-lhe: Eu sigo-Te, mas de Cruz não se fala. Isso não vem a propósito. Sigo-Te com outras possibilidades, sem a Cruz. Quando caminhamos sem a Cruz, edificamos sem a Cruz ou confessamos um Cristo sem Cruz, não somos discípulos do Senhor: somos mundanos, somos bispos, padres, cardeais, papas, mas não discípulos do Senhor.

Eu queria que, depois destes dias de graça, todos nós tivéssemos a coragem, sim a coragem, de caminhar na presença do Senhor, com a Cruz do Senhor; de edificar a Igreja sobre o sangue do Senhor, que é derramado na Cruz; e de confessar como nossa única glória Cristo Crucificado. E assim a Igreja vai para diante.

Faço votos de que, pela intercessão de Maria, nossa Mãe, o Espírito Santo conceda a todos nós esta graça: caminhar, edificar, confessar Jesus Cristo Crucificado. Assim seja.

Papa Francisco celebra sua primeira missa no cargo, na Capela Sistina, nesta quinta-feira (14) (Foto: AP/CTV



Conclave escolhe o novo Papa

Cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio foi eleito como o Papa Francisco





Papa Francisco dá a benção da sacada do VaticanoL'Osservatore Romano/AFP




13 de março-Garota se emociona com a escolha do novo Papa

quinta-feira, 14 de março de 2013

'Ficarei até a fumaça branca', diz fiel descalço e sob chuva no Vaticano


Massimo Coppo, de 64 anos, mora em comunidade de franciscanos. Cardeais realizam nesta quarta-feira o segundo dia de conclave.

Juliana Cardilli Do G1, no Vaticano


Em meio a uma Praça de São Pedro ainda vazia no inicio da manhã desta quarta-feira (13), com muito frio e uma chuva insistente em Roma, a figura de um homem idoso, descalço, vestido com sacos de juta ajoelhado e rezando, chamava a atenção. Massimo Coppo, de 64 anos, chegou na terça-feira (12) ao Vaticano e pretende ficar rezando em frente à Basílica de São Pedro ate o fim do conclave que elegera o novo Papa. “Ficarei até a fumaça branca”, disse ele nesta manhã.

Coppo mora em Assisi, na região da Úmbria, em uma comunidade de franciscanos que prega o voto de pobreza e a vida voltada para a oração. Formado em Ciências Agrárias, ele foi professor até os 32 anos, quando conheceu a comunidade. Até então, era protestante – foi apenas nessa idade que ele se descobriu católico e começou a empregar o que chama de vocação. “Conheci alguns homens em Perugia e percebi que já era católico. Foi quando abri mão de tudo, do trabalho, dos bens, para rezar, me dedicar a Deus.”

Fiel Coppo Juliana Cardilli Vaticano Franciscano (Foto: Juliana Cardilli/G1)

quarta-feira, 6 de março de 2013

CONVERTEI-VOS TODOS OS DIAS


Posted by: Virginia on 26 Fevereiro, 2013 in Pe. Petar Ljubicic, Ultimas Notícias Comentários Desligados

Tradução do texto de Padre Peter




Converter-se, devo dizer que é reconhecer que Deus existe e compreender que Ele está no primeiro lugar em nossa vida. Isto significa que a vida do homem somente tem sentido, se está em harmonia com o projeto que Deus tem com ele. O plano de Deus é que o homem o conheça, o ame com todo o seu ser, se entregue a Ele completamente e o sirva com alegria, para se tornar perfeito e santo. Deus  preenche o coração do homem com alegria perfeita, de verdadeira paz e de satisfação espiritual. O homem neste ponto, sente-se salvo. Pode-se afirmar que a conversão seja o sentimento de gratidão porque Deus está aqui, me ama e deseja que eu seja feliz por toda a eternidade. Converter-se  digo-vos é sempre procurar Deus. Alem disso, retornar para Deus, reconhecer a nossa negligencia, todos os nossos pecados e renunciar a todos os nossos desejos pecaminosos. Quando com sinceridade pedimos perdão, nós recebemos a graça para mudarmos, nos tornamos bons, justos, sinceros, hone stos, perfeitos, santos… Somos chamados cada dia, cada momento de nossa vida a nos convertermos com o coração, com toda a alma e com todo o nosso ser a aderirmos a Deus. A conversão é o chamado fundamental do Novo Testamento. O Evangelho de S. Marcos se inicia com este chamado à conversão: “O tempo está realizado, o reino de Deus está próximo, convertei-vos e crede no Evangelho”.
Converter-se é a condição para a vida espiritual, para a santidade. Sem conversão não existe crescimento espiritual e santidade, nem verdadeira fé nem amor autentico. Se começamos a compreender que o sentido da conversão em nossa consciência é a dependência de Deus, então começamos a compreender não é somente um estado momentâneo, mas trata-se ao contrário, de um processo que dura por toda a vida. Este convite ressoa sempre aos nossos ouvidos. É justo nos perguntarmos: levo a sério este convite? Dentro de mim há o desejo de mudar a minha vida e assim  tornar-me  mais semelhante a Jesus? Na nossa vida onde está Deus e o que significa para nós?
Todos nós muitas vezes somos tentados a nos perguntar quando terminará o processo de conversão. Quando poderemos, nós cristãos, relaxarmos, estacionar a nossa cruz e gozarmos esta vida?Esta é a tentação que deseja parar o processo de conversão, que não terminará nunca:o esforço espiritual deve continuar e nunca parar, porque o modelo com o qual desejamos construir a nossa vida é Jesus e a sua perfeição. È preciso estar ligado a Jesus Cristo, como diz são Paulo. Assim é necessário que cada um o encontre: cada um deve ter a estrada para Damasco. A cada um que O procura com a verdadeira fé e o coração sincero, Cristo  se apresenta  com a Sua luz, com a Sua bondade e amor.A cada um é dada a graça para iniciar uma nova vida. Do momento em que o homem é” aprisionado por Jesus Cristo”, todo o resto perde o valor. Nada vale mais, senão Jesus. Os hábitos, a profissão, a carreira, todos os tipos de prazer, tudo isto o discípulo é pronto a deixar p ara escolher o caminho do Cristo, para ser semelhante a ele.Somente assim o cristão  pode realizar a própria identidade: o cristão se torna um outro Cristo. Será repleto de misericórdia e pronto a perdoar, enquanto sabe que é um homem fraco e que somente em Cristo é grande, é forte.por isto Jesus nos chama sempre à conversão: “Se não vos converterdes, perecereis todos do mesmo modo(Lc 13,5)
O tempo passa depressa e a eternidade está sempre mais próxima. Devemos pensar nisto!Todos nós nos enganamos de pensar que teremos agora mais tempo. Não é sábio adiar a própria conversão e fechar os ouvidos ao chamado de Deus. Não devemos tentar a paciência do Senhor. A conversão é a graça que nos ajuda a vivermos sempre com Deus.Esta graça é precedida do chamado do Senhor . A conversão é a resposta do coração arrependido ao apelo de Deus, através do impulso da graça. Conversão, devo dizer que com todo o corpo respondemos ao chamado de Deus e façamos uma boa escolha, isto é, endereçamos a nossa vida sobre a linha desenhada que é Jesus. Romper as cadeias das glórias inúteis, atrações fáceis, das riquezas e generosamente seguir o Cristo com o desejo de fazer em tudo a vontade de Deus.
Conversão é cumprir as promessas formuladas no Batismo: renunciar ao pecado e viver a própria vida como filhos de Deus. Ainda que a conversão seja uma graça, a nós pede um grande empenho e esforço., um empenho diário no qual haverá um valor perene  se seguirmos com o sinal do amor: do amor a Deus, amando-o sobre todas as coisas e o amor aos irmãos e irmãs, servindo-os. Não devemos esquecer que a mensagem do Deus encarnado é de ir ao encontro ao homem em Jesus Cristo.
Perguntei a uma jovem o que ela pensava da conversão: “Converter-se é para mim um presente, uma graça, um encontro  feliz com o Deus vivo. Esta é uma profunda experiência, uma renovação espiritual no qual o meu coração é completamente aberto  e entra a luz divina, o amor, a doçura, numa palavra Deus mesmo.. este momento de graça acontece quando sinto que Deus me ama, que Deus é meu amigo e que tem para mim, um projeto.”
“Converter-se é permitir a Jesus de vir a mim e prender-me com a força da Sua graça: Jesus é um mar de amor, pão da vida,verdadeira alegria, serena felicidade e vida reta, que desejo com toda a minha alma.”

Em Medjugorje, Nossa Senhora diz:”Convertam-se antes que seja tarde” . Mas o que significa converter-se? E a resposta da Virgem veio assim:
“É preciso levantar de manhã, com o desejo de ser melhor do que no dia anterior. Ou seja, é preciso viver mais profundamente mergulhado em Deus. É preciso servi-lo melhor. Ter a coragem de começar sempre de novo. Obrigada por terem respondido ao meu chamado!”

“ Vim para dizer ao mundo que Deus existe, que em Deus está a vida. Para ter paz é preciso converter-se a Deus. Obrigada por terem respondido ao meu chamado!”

“ Convertam-se o quanto antes. Preciso das orações e da penitencia de vocês. O meu coração queima de amor. Convertam-se. Digam a todos que este é um dos meus desejos e que não me cansarei de repetir:Convertam-se, convertam-se, convertam-se! Pedirei ao meu Filho que os poupe do castigo. Voces não conhecem os planos de Deus. Não sabem o que Deus vai mandar, o que vai fazer. Peço-lhes somente que se convertam. É o que desejo. Convertam-se, renunciem a tudo. Tudo isto faz parte da conversão. Obrigada por terem respondido ao meu chamado!”( 26/04/86)

“Queridos filhos, convido-os hoje à conversão. Esta é a mensagem mais importante que eu já lhes dei aqui. Convido-os a viver as mensagens que lhes dei ao longo de todos estes anos. Este tempo é um tempo de graça, mormente agora, quando também a Igreja vos convida à oração e conversão. Obrigada por terem respondido ao meu chamado!”(25/02/96)