"Mensagem da Rainha da Paz"

MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM MEDJUGORJE DE 02.06.2017 "Queridos filhos, como em outros locais venho até vocês, também aqui estou lhes chamando para a oração. Orem por aqueles que não conhecem o Meu Filho, por aqueles que não conheceram o amor de Deus, contra o pecado, pelos consagrados - para aqueles que meu Filho chamou para ter Amor e espírito de força para com vocês, para com a Igreja. Orem ao Meu Filho, e o amor que você experimentar com a Sua proximidade lhes dará a forças para prepará-los para as obras de amor que farão em Seu nome. Meus filhos, estejam prontos. Esta vez é um ponto de viragem. É por isso que estou lhes chamando de novo para a Fé e a Esperança. Estou lhes mostrando o caminho pelo qual precisam ir, e esse são as palavras do Evangelho. Apóstolos do Meu Amor, o mundo tem tanta necessidade de seus braços levantados para o céu, em direção ao meu Filho, para o Pai Celestial. São necessárias muita humildade e pureza de coração. Tenham confiança no Meu Filho e saibam que vocês sempre podem ser melhores. Meu coração maternal deseja para vocês, apóstolos do meu amor, sejam pequenas luzes do mundo, iluminando aí onde a escuridão quer começar a reinar, mostrando o verdadeiro caminho com sua oração e amor, para salvar as almas. Eu estou com vocês. Obrigado por terem acolhido ao Meu Chamado."
MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM MEDJUGORJE DE 25.03.2017 “Queridos filhos! Neste tempo de graça convido todos vocês a abrirem seus corações à misericórdia de Deus, para que, através da oração, da penitência e da decisão pela santidade, comecem uma vida nova. Este tempo primaveril os estimula, em seus pensamentos e corações, a uma vida nova, a uma renovação. Por isso, filhinhos, Eu estou com vocês para ajudá-los a dizerem, com determinação, "sim" a Deus e aos mandamentos de Deus. Vocês não estão sozinhos, Eu estou com vocês por meio da graça que o Altíssimo me concede para vocês e para seus descendentes. Obrigada por terem respondido ao meu chamado.”

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

"Que sera, sera"



Quantas pessoas se preocupam com as previsões do Ano Novo ou com "adivinhar o futuro" e se esquecem que "o futuro não é nosso para vermos", o futuro é de Deus. As pessoas não sabem sequer o próximo segundo e não tem conhecimento de seu amanhã. A cada instante de vida, podemos ser surpreendidos por algo indesejável, ou mesmo desejável, mas a humanidade não é capaz de saber, nem de adivinhar o que irá acontecer e sem Deus nada pode!

A nossa vida é uma providência de Deus, e tudo acontece segundo a vontade dEle, ou seja, Deus é o único dono de tudo - dos nossos segundos, minutos, horas, dias, meses e anos - devemos compreender isso para vivermos a vontade do Pai. E assim, seremos os responsáveis por fazer com que a vontade de Deus se manifeste. Para isso é preciso colocar nossas vidas em Suas mãos, ter confiança e abandono total no Deus Vivo, ter o firme propósito de nos convertermos e sermos aquilo que Ele quer e não o que nós queremos: 
"Esqueceis os vossos desejos e rezai queridos filhos, por aquilo que Deus quer e não por aquilo que vós quereis."
Assim nos pede Maria, na sua mensagem do dia 25 dezembro de 1991, em Medjugorje.

Devemos nos preocupar em em viver o presente, com felicidade e dignidade, e não se preocupar em fazer planos a longo prazo, pois mais cedo ou mais tarde, vamos perder tudo o que é matéria. O ser humano está se apoiando demais na matéria, sendo que a matéria não consegue sustentar as pessoas. Imagine se todos os nossos anseios e todas as nossas esperanças se relacionassem apenas com as coisas do mundo, que inoxeravelmente, vão virar pó.

Temos que ter consciência que a existência nessa terra não é tudo.
Quando menos percebe está encerrando o ano. O tempo está curto e a vida das pessoas cheia de compromissos e deveres, assim o mundo não tem mais tempo. Cabe a a nós, valorizar o pouco tempo que nos resta e fazê-lo precioso aos olhos de Deus. Não perder tempo com distrações e divertimentos e se ocupar mais com as coisas da alma e do coração. Se não nos resta mais tempo, toda a nossa energia, todo o nosso coração, toda a nossa alma, toda a nossa mente, todas as nossas forças, devem estar a serviço da nossa salvação e da salvação da humanidade.

A cada ano é importante fazer uma reflexão de como foi o ano que passou, nosso trabalho, nossas conquistas e realizações, nossos compromissos... ou seja, refletir sobre a vida. E a partir daí, procurar ser uma pessoa nova, disposta a mudar e se renovar para melhor.
"Queridos filhos, Deus vos abençoa dia após dia e deseja a mudança das vossas vidas. Por isso, rezai para poderdes ter a força de mudar as vossas vidas." (Rainha da Paz - 25 de maio de 1990).
A Vida que nasceu no Natal, na manjedoura dos nossos corações, deve se renovar diariamente em nossas vidas. Liberte-se de seus vícios e apego às migalhas que o mundo oferece. Não adianta querer que as coisas mudem se nós não mudarmos, não adianta estarmos num novo ano se as nossas atitudes são velhas. Mudar significa dar adeus ao velho, desligar-se do passado e dos pecados, perdoar-nos e seguir em frente.

Então... vamos seguir em frente, numa vida renovada, mais humana e fraterna. Nunca esqueçamos da nossa missão, da nossa caminhada e dos nossos compromissos com Deus. O orgulho tenta dominar as pessoas e se as nossas ações não forem iluminadas pelo Espírito Santo a passagem desse ano irá significar apenas mudar de um ano para o outro.
Seja sincero com sua missão e dê testemunho de amor e fidelidade a Deus com sua vida!

Bom ano para todos!!!

Evangelho do dia - 31.12.2013 (Jo 1,1-18)

A Palavra se fez carne e habitou entre nós

Aleluia, aleluia, aleluia.
A palavra se fez carne, entre nós ela habitou; e todos os que a acolheram, de Deus filhos se tornaram.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João
1 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio junto de Deus. 3 Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito. 4 Nele havia a vida, e a vida era a luz dos homens. 5 A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. 6 Houve um homem, enviado por Deus, que se chamava João. 7 Este veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. 8 Não era ele a luz, mas veio para dar testemunho da luz. 9 era a verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina todo homem. 10 Estava no mundo e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o reconheceu. 11 Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. 12 Mas a todos aqueles que o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, 13 os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas sim de Deus. 14 E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade. 15 João dá testemunho dele, e exclama: “Eis aquele de quem eu disse: ‘O que vem depois de mim é maior do que eu, porque existia antes de mim’”. 16 Todos nós recebemos da sua plenitude graça sobre graça. 17 Pois a lei foi dada por Moisés, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. 18 Ninguém jamais viu Deus. O Filho único, que está no seio do Pai, foi quem o revelou.

-Palavra da Salvação.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Mensagem da Rainha da Paz, de 25.01.97
Queridos filhos! Convido-os a refletirem sobre o futuro de vocês. Vocês estão criando um mundo novo sem Deus, apenas com suas forças e é por isso que vocês estão insatisfeitos e sem alegria no coração. Este tempo é o meu tempo e é por isso, filhinhos, que novamente os convido à oração. Quando alcançarem a unidade com Deus, sentirão fome da Palavra de Deus e seus corações, filhinhos, transbordarão de alegria. Onde quer que estiverem testemunharão o amor de Deus. Abençôo-os e repito-lhes que estou com vocês para ajudá-los. Obrigada por terem correspondido ao Meu apelo!

Jesus está no chão



“Todos os reis hão de adorá-lo, hão de servi-lo todas as nações”. (Salmos 71, 11)

“Em fevereiro de 1685, o Rei Carlos II, da Espanha, conduziu um numeroso grupo de cortesões e plebeus em procissão real para fora da cidade, para o que chamaríamos de um piquenique real. Quando estavam saindo da cidade, o cortejo encontrou um padre que cruzava a mesma estrada levando o Santíssimo Sacramento a um pobre jardineiro moribundo. O sacerdote estava apenas acompanhado de um acólito, que segurava uma vela. Quando o rei descobriu que o sacerdote estava levando o Santíssimo Sacramento, ele parou a carruagem e pôs-se de joelhos para adorar Cristo na Eucaristia. Então, muito respeitosamente, o rei convidou o sacerdote a entrar na carruagem real e sentar-se em seu lugar junto com o acólito. Fechando a porta com os novos ocupantes dentro, o rei, então, tomou as rédeas da carruagem com suas próprias mãos e conduziu os cavalos a pé por toda a rua, que era longa e lamacenta . Ao chegarem à casa do pobre jardineiro, o rei abriu a porta e ajudou o sacerdote a sair da carruagem. Depois de ajoelhar-se novamente em atitude de adoração, levantou-se e com a cabeça descoberta e acompanhou o padre até o interior da pequena cabana. Durante toda a cerimônia que se seguiu, o rei permaneceu em profunda adoração. Depois que o moribundo recebeu o Santíssimo Sacramento, o rei falou-lhe de maneira muito gentil e deixou-lhe uma quantia em dinheiro. Prometeu também que daria um dote a sua filha única, que estava prestes a enfrentar a orfandade. Em seguida, o rei levou o sacerdote de volta à igreja de onde viera. Finalmente, este pôde persuadir o rei a não caminhar a pé pela rua novamente, mas, como último ato de homenagem ao Santíssimo Sacramento, o monarca preferiu viajar em uma carruagem separada atrás daquela que transportava o sacerdote. Então, ao chegarem ao seu destino, o rei acompanhou o sacerdote até o interior da igreja e recebeu a bênção habitualmente dada aos que assistem à recepção dos sacramentos aos enfermos. Enquanto tudo isso acontecia, a enorme procissão de nobres e pessoas comuns havia crescido imensamente, e muito se comentou a respeito da devoção do rei” – [Fonte: “In the Presence of Our Lord” do Pe. Benedict J. Groeschel, C.F.R . Tradução: Teresa Maria Freixinho]

Foto


EVANGELHO DO DIA - 30.12.2013 (Lc 2,36-40)

+ PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO, SEGUNDO LUCAS 
- Naquele tempo, 36havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. 37Depois ficara viúva, e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do Templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações. 38Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. 39Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galileia, para Nazaré, sua cidade. 40O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele. 
Palavra da Salvação.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Esclarecimentos sobre as Aparições Marianas - Parte III


Esclarecimentos sobre as Aparições Marianas - Parte I no link:

Esclarecimentos sobre as Aparições Marianas - Parte II no link:
 
Parte III:

No entanto, parece plausível dizer que:

1. No II milênio cristão as aparições marianas são mais freqüentes em relação ao primeiro milênio.
2. Na segunda metade do II milênio ocorreram mais aparições do que na primeira parte. Assim, as aparições marianas começam a se tornar um fenômeno de massa e públicas, como se costuma dizer, a partir do século XVI em diante, com um aumento progressivo até aos nossos dias.
3. Dentro da segunda metade do segundo milênio, o fenômeno literalmente explodiu nos últimos dois séculos, o XIX e XX, que em conjunto detêm um recorde absoluto! Daqui resulta que os séculos menos crentes, mais cientistas e mais libertário, são também os mais cheios de aparições da Virgem Maria.

Do ponto de vista do Evangelho isso é perfeitamente lógico e refere-se a “Gente sem fé e pervertida! Até quando deverei ficar com vocês? Até quando terei que suportá-los?” (Mt.17,17). Geração incrédula que pede continuamente sinais, prodígios e milagres. De um ponto de vista puramente humano, devemos dizer que, depois de ter se tornado a vida cada vez mais difícil, porque mais complicada, a Mãe de Deus socorre os seus filhos, mesmo quando eles não querem saber do céu. Assim, paradoxalmente, aqueles que não querem ouvir tanto de aparições deveriam se tornar verdadeiros crentes e, sobretudo, serem obedientes aos mandamentos de Deus. Resumindo, estranho, mas a verdade é que os séculos XIX e XX são definidos por quase todos os acadêmicos como a era das aparições marianas!

Que sentido tem que Maria, a Mãe de Jesus, seja protagonista de aparições por vezes tão excessivas? Não é suficiente a Igreja, com o Evangelho de Jesus, os sacramentos e todo o aparato religioso do qual dispõe? Por que esse intervencionismo constante?

Respondo a essas perguntas, dizendo, em primeiro lugar, que alguns elementos teológicos que fundamentam as aparições marianas são, por assim dizer, garantidos. Ou seja:

- Não aparece a Maria histórica, mas a Maria glorificada, que vive no paraíso com a Trindade.
- As suas aparições estão relacionados com a sua Assunção, já que não tem outra maneira de estar presente junto aos seus filhos do que isso. Claro que, em um sentido geral, ela é presente agora, através da mediação divina, que constitui o verdadeiro vínculo entre a transcendência e o homem. E, todavia ela tem que cuidar dos seus filhos de uma forma direta ("... eis a tua mãe"), pessoal.

- Suas aparições estão ligadas à crise: assim pensa o teólogo da congregação dos “Servos de Maria” Clodovis Boff em sua última obra: “Mariologia social” (edição Queriniana), quando, no capítulo dedicado às aparições disse: "Quem diz aparições diz crise". As aparições são filhas da crise. Por quê? Quando Maria aparece, é para ajudar nas situações difíceis, o povo de Deus.
- Maria aparece porque ela é a Mãe de Misericórdia.

Portanto, um primeiro significado é que as aparições são reativas, ou seja, reagem a situações que são particularmente graves para o povo de Deus, oferecendo ajuda, proteção, conforto, segurança. Mas Maria não intervém apenas reativamente, mas também de forma proativa para fornecer respostas que deem sentidos, como se diz hoje, atuando como um elemento fundamental para os males do tempo.

Em conclusão, podemos dizer que as aparições expressam a opção preferencial pelos pobres por parte de Deus e, portanto, de Maria. Significando com pobres não só os pobres economicamente, mas também todos os homens, sempre na necessidade do amor de Deus e da sua atenção. Em suma, o homem que sulca as ondas do cosmos e da história nunca está sozinho, porque Deus se torna concretamente próximo, realmente perto, mesmo com as aparições da Virgem, que se ocupa dos irmãos do seu Filho Jesus, lembrando a eles, em cada época, de fazer "o que Ele vos disser". Porque só nisso consiste a verdadeira vida, o verdadeiro significado, a verdadeira exaltação e a verdadeira afirmação de cada homem: fazer o que Jesus nos diz. É apenas nisto que existe a salvação do pecado e da morte.

Finalmente, a gloriosa Virgem Maria que aparece, nos lembra de que o nosso destino não é terreno, mas celestial, não é humano, mas divino. Nossa existência vem de Deus e conduz a Deus.

Vamos dar continuidade na proxima postagem.....

Santos Inocentes

Os Inocentes foram mortos por Herodes, o Ascalonita. A Sagrada Escritura menciona três Herodes que se tornaram célebres por sua infame crueldade. O primeiro foi Herodes, o Ascalonita, sob cujo reinado nasceu o Senhor e pelo qual foram massacradas as crianças. O segundo foi Herodes Antipas, que mandou cortar a cabeça de João Batista. O terceiro foi Herodes Agripa, que matou Tiago e prendeu Pedro.
Somente a monstruosidade de uma mente assassina, cruel e desumana, poderia conceber o plano executado pelo sanguinário rei Herodes: eliminar todas os meninos nascidos no mesmo período do nascimento de Jesus para evitar que vivesse o rei dos judeus. Pois foi isso que esse tirano arquitetou e fez.
Impossível calcular o número de crianças arrancadas dos braços maternos e depois trucidadas. Todos esses pequeninos se tornaram os “santos inocentes”, cultuados e venerados pelo Povo de Deus. Eles tiveram seu sangue derramado em nome de Cristo, sem nem mesmo poderem “confessar” sua crença.
Quem narrou para a história foi o apóstolo Mateus, em seu Evangelho. Os reis magos procuraram Herodes, perguntando onde poderiam encontrar o recém-nascido rei dos judeus para saudá-lo. O rei consultou, então, os sacerdotes e sábios do reino, obtendo a resposta de que ele teria nascido em Belém de Judá, Palestina.
Herodes, fingindo apoiar os magos em sua missão, pediu-lhes que, depois de encontrarem o “tal rei dos judeus”, voltassem e lhe dessem notícias confirmando o fato e o local onde poderia ser encontrado, pois “também queria adorá-lo”.
Claro que os reis do Oriente não traíram Jesus. Depois de visitá-lo na manjedoura, um anjo os visitou em sonho avisando que o Menino-Deus corria perigo de vida e que deveriam voltar para suas terras por outro caminho. O encontro com o rei Herodes devia ser evitado.
Eles ouviram e obedeceram. Mas o tirano, ao perceber que havia sido enganado, decretou a morte de todos os meninos com menos de dois anos de idade nascidos na região. O decreto foi executado à risca pelos soldados do seu exército.
A festa aos Santos Inocentes acontece desde o século IV. O culto foi confirmado pelo papa Pio V, agora santo, para marcar o cumprimento de uma das mais antigas profecias, revelada pelo profeta Jeremias: a de que “Raquel choraria a morte de seus filhos” quando o Messias chegasse.
Esses pequeninos inocentes de tenra idade, de alma pura, escreveram a primeira página do álbum de ouro dos mártires cristãos e mereceram a glória eterna, segundo a promessa de Jesus. A Igreja preferiu indicar a festa dos Santos Inocentes para o dia 28 de dezembro por ser uma data próxima à Natividade de Jesus, uma vez que tudo aconteceu após a visita dos reis magos. A escolha foi proposital, pois quis que os Santinhos Inocentes alegrassem, com sua presença, a manjedoura do Menino Jesus.
A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Antônio de Lérins, Teófila e Donião

EVANGELHO DO DIA 28.12.2013 (Mt 2,13-18)

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus

Aleluia, aleluia, aleluia.
A vós, ó Deus, louvamos, a vós, Senhor, cantamos; vos louva o exército dos vossos santos mártires!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. 2 13 Depois que os magos partiram, um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse: “Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o menino para o matar”. 14 José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito. 15 Ali permaneceu até a morte de Herodes para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta: “Eu chamei do Egito meu filho”. 16 Vendo, então, Herodes que tinha sido enganado pelos magos, ficou muito irado e mandou massacrar em Belém e nos seus arredores todos os meninos de dois anos para baixo, conforme o tempo exato que havia indagado dos magos. 17 Cumpriu-se, então, o que foi dito pelo profeta Jeremias: 18 ”Em Ramá se ouviu uma voz, choro e grandes lamentos: é Raquel a chorar seus filhos; não quer consolação, porque já não existem!”

-Palavra da Salvação.






sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Francisco relata ao La Stampa o seu primeiro Natal como bispo de Roma

"Nunca tenham medo da ternura" - Entrevista com o Papa Francisco

Casa Santa Marta, terça-feira, 10 de dezembro, 12h50min. O papa nos acolhe em uma sala ao lado do refeitório. O encontro duraria uma hora e meia. Por duas vezes, durante a conversa, desaparece do rosto de Francisco a serenidade que todo o mundo aprendeu a conhecer, quando ele se refere ao sofrimento inocente das crianças e fala da tragédia da fome no mundo.

Na entrevista, o papa também fala das relações com as outras confissões cristãs e do “ecumenismo de sangue” que as une na perseguição. Ele se refere às questões do casamento e da família que serão abordadas pelo próximo Sínodo, responde aos que o criticaram nos EUA definindo-o como ”um marxista” e fala da relação entre Igreja e política.
A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada no jornal La Stampa, 15-12-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Eis a entrevista.
O que significa o Natal para o senhor?
É o encontro com Jesus. Deus sempre procurou o seu povo, conduziu-o, conservou-o, prometeu estar sempre perto dele. No livro do Deuteronômio, lemos que Deus caminha conosco, nos conduz pela mão como um pai faz com o filho. Isso é bonito. O Natal é o encontro de Deus com o seu povo. E é também uma consolação, um mistério de consolação. Muitas vezes, depois da missa da meia-noite, eu passei algumas horas sozinho, na capela, antes de celebrar a missa da aurora. Com esse sentimento de profunda consolação e paz. Lembro uma vez aqui em Roma, acho que era o Natal de 1974, uma noite de oração depois da missa na residência do Centro Astalli. Para mim, o Natal sempre foi isto: contemplar a visita de Deus ao seu povo.
O que o Natal diz ao homem de hoje?
Ele nos fala da ternura e da esperança. Deus, encontrando-nos, nos diz duas coisas. A primeira é: tenham esperança. Deus sempre abre as portas, nunca as fecha. Ele é o pai que abre as portas. Segundo: não tenham medo da ternura. Quando os cristãos se esquecem da esperança e da ternura, tornam-se uma Igreja fria, que não sabe para onde ir e se refreia nas ideologias, nas atitudes mundanas. Enquanto a simplicidade de Deus te diz: segue em frente, eu sou um Pai que te acaricia. Tenho medo quando os cristãos perdem a esperança e a capacidade de abraçar e acariciar. Talvez por isso, olhando para o futuro, eu falo muitas vezes das crianças e dos idosos, isto é, dos mais indefesos. Na minha vida de padre, indo à paróquia, eu sempre tentei transmitir essa ternura, especialmente às crianças e aos idosos. Me faz bem e me faz pensar na ternura que Deus tem por nós.
Como se pode acreditar que Deus, considerado pelas religiões como infinito e onipotente, se faz tão pequeno?
Os Padres gregos chamavam isso de synkatabasis, condescendência divina. Deus que desce e está conosco. É um dos mistérios de Deus. Em Belém, no ano 2000, João Paulo II disse que Deus se tornou uma criança totalmente dependente dos cuidados de um pai e de uma mãe. Por isso, o Natal nos dá tanta alegria. Não nos sentimos mais sozinhos, Deus desceu para estar conosco. Jesus se fez um de nós e sofreu por nós na cruz, o fim mais horrível, o de um criminoso.
O Natal é apresentado muitas vezes como fábula açucarada. Mas Deus nasce em um mundo onde há também muito sofrimento e miséria.
O que lemos nos Evangelhos é um anúncio de alegria. Os evangelistas descreveram uma alegria. Não se fazem considerações sobre o mundo injusto, sobre como Deus faz para nascer em um mundo assim. Tudo isso é fruto de uma contemplação nossa: os pobres, a criança que deve nascer na precariedade. O Natal não foi a denúncia da desigualdade social, da pobreza, mas sim um anúncio de alegria. Todo o resto são consequências que nós tiramos. Algumas certas, algumas menos certas, outras ainda ideologizadas. O Natal é alegria, alegria religiosa, alegria de Deus, interior, de luz e de paz. Quando não se tem a capacidade ou se está em uma situação humana que não permite compreender essa alegria, vive-se a festa com a alegria mundana. Mas, entre a alegria profunda e a alegria mundana, há diferença.
É o seu primeiro Natal [como papa], em um mundo onde não faltam conflitos e guerras…
Deus nunca dá um dom a quem não é capaz de recebê-lo. Se Ele nos oferece o dom do Natal é porque todos nós temos a capacidade de compreendê-lo e recebê-lo. Todos, desde o mais santo ao mais pecador, do mais limpo ao mais corrupto. O corrupto também tem essa capacidade: pobrezinho, talvez a tenha um pouco enferrujada, mas a tem. O Natal, neste tempo de conflitos, é um chamado de Deus, que nos dá esse dom. Queremos recebê-lo ou preferimos outros presentes? Este Natal, em um mundo conturbado pelas guerras, me faz pensar na paciência de Deus. A principal virtude de Deus explicitada na Bíblia é que Ele é amor. Ele nos espera, nunca se cansa de nos esperar. Ele dá o dom e depois nos espera. Isso também acontece na vida de cada um de nós. Há aqueles que o ignoram. Mas Deus é paciente, e a paz, a serenidade da noite de Natal é um reflexo da paciência de Deus conosco.
Em janeiro, serão 50 anos da histórica viagem de Paulo VI à Terra Santa. O senhor também irá?
O Natal sempre nos faz pensar em Belém, e Belém está um ponto preciso, na Terra Santa, onde Jesus viveu. Na noite de Natal, eu penso acima de tudo nos cristãos que vivem lá, naqueles que têm dificuldades, em muitos deles que tiveram de deixar aquela terra por vários problemas. Mas Belém continua sendo Belém. Deus veio em um ponto determinado, em uma terra determinada, lá apareceu a ternura de Deus, a graça de Deus. Não podemos pensar no Natal sem pensar naTerra Santa. Cinquenta anos atrás, Paulo VI teve a coragem de sair para ir lá, e assim começou a época das viagens papais. Eu também desejo ir até lá, para encontrar o meu irmão Bartolomeu, patriarca de Constantinopla, e com ele comemorar esse cinquentenário, renovando o abraço entre o Papa Montini e Atenágoras, ocorrido em Jerusalémem 1964. Estamos nos preparando para isso.
O senhor encontrou-se várias vezes com as crianças gravemente doentes. O que se pode dizer diante desse sofrimento inocente?
Um mestre de vida para mim foi Dostoiévski, e aquela sua pergunta, explícita e implícita, sempre girou no meu coração: por que as crianças sofrem? Não há explicação. Vem-me esta imagem: em um certo ponto da sua vida, a criança se “desperta”, não entende muitas coisas, se sente ameaçada, começa a fazer perguntas ao pai ou à mãe. É a idade dos “porquês”. Mas, quando o filho pergunta, ele não ouve tudo o que você tem a dizer. Ele logo pressiona você com novos “porquês”. O que ele busca, mais do que a explicação, é o olhar do pai que dá segurança. Diante de uma criança sofredora, a única oração que me vem é a oração do porquê. “Senhor, por quê?” Ele não me explica nada. Mas eu sinto que Ele me olha. E assim eu posso dizer: “Tu sabes o porquê, eu não sei, e Tu não me o dizes. Mas Tu me olhas, e eu confio em Ti, Senhor, confio no teu olhar”.
Falando do sofrimento das crianças, não podemos esquecer a tragédia daqueles que passam fome.
Com a comida que sobra e jogamos fora, poderíamos dar de comer a muitos. Se conseguíssemos não desperdiçar, reciclar a comida, a fome no mundo diminuiria muito. Fiquei impressionado ao ler uma estatística que fala de 10 mil crianças mortas de fome a cada dia no mundo. Há muitas crianças que choram porque têm fome.

Outro dia, na audiência da quarta-feira, atrás de uma barreira, havia uma jovem mãe com o seu bebê de poucos meses. Quando eu passei, a criança chorava muito. A mãe o acariciava. Eu lhe disse: “Senhora, acho que o pequeno tem fome”. Ela respondeu: “Sim, já está na hora”… Eu respondi: “Mas dê-lhe de comer, por favor!” Ela tinha pudor, não queria amamentá-lo em público, enquanto o papa passava. Eis, eu gostaria de dizer o mesmo para a humanidade: deem de comer! Aquela mulher tinha leite para o seu bebê. No mundo, temos comida suficiente para saciar a todos. Se trabalharmos com as organizações humanitárias e conseguirmos estar todos de acordo em não desperdiçar comida, fazendo com que ela chegue a quem dela precisa, daremos uma grande contribuição para resolver a tragédia da fome no mundo. Gostaria de repetir à humanidade o que eu disse àquela mãe: deem de comer a quem tem fome! Que a esperança e a ternura do Natal do Senhor nos sacudam da indiferença.
Alguns trechos da Evangelii gaudium atraíram-lhe as acusações dos ultraconservadores norte-americanos. Qual é a sensação de um papa ao ouvir que é definido como “marxista”?
A ideologia marxista é equivocada. Mas, na minha vida, eu conheci muitos marxistas bons como pessoas, e por isso eu não me sinto ofendido.
As palavras que mais chamaram a atenção são aquelas sobre a economia que ”mata”…
Na exortação, não há nada que não se encontre na Doutrina Social da Igreja. Eu não falei de um ponto de vista técnico. Eu tentei apresentar uma fotografia do que acontece. A única citação específica foi sobre as teorias da “recaída favorável”, segundo as quais todo crescimento econômico, favorecido pelo livre mercado, consegue produzir por si só uma maior equidade e inclusão social no mundo. Havia a promessa de que, quando o copo estivesse cheio, ele transbordaria, e os pobres seriam beneficiados com isso. O que acontece, ao invés, é que, quando está cheio, o copo magicamente se engrandece, e assim nunca sai nada para os pobres. Essa foi a única referência a uma teoria específica. Repito, eu não falei como técnico, mas segundo a doutrina social da Igreja. E isso não significa ser marxista.
O senhor anunciou uma ”conversão do papado”. Os encontros com os patriarcas ortodoxos lhe sugeriram algum caminho concreto?
João Paulo II falara de modo ainda mais explícito de uma forma de exercício do primado que se abra a uma situação nova. Mas não só do ponto de vista das relações ecumênicas, mas também nas relações com a Cúria e com as Igrejas locais. Nesses primeiros nove meses, eu recebi a visita de muitos irmãos ortodoxos, Bartolomeu, Hilarion, o teólogo Zizioulas, o copta Tawadros: este último é um místico, entrava na capela, tirava os sapatos e ia rezar. Senti-me seu irmão. Eles têm a sucessão apostólica. Eu os recebi como irmãos bispos. É uma dor ainda não poder celebrar a Eucaristia juntos, mas a amizade existe. Acredito que o caminho é este: amizade, trabalho comum e rezar pela unidade. Abençoamo-nos uns aos outros, um irmão abençoa o outro, um irmão se chama Pedro, e o outro se chama André,Marcos, Tomás…
A unidade dos cristãos é uma prioridade para o senhor?
Sim, para mim, o ecumenismo é prioritário. Hoje, existe o ecumenismo do sangue. Em alguns países, matam os cristãos porque carregam uma cruz ou têm uma Bíblia, e, antes de matá-los, não lhes perguntam se são anglicanos, luteranos, católicos ou ortodoxos. O sangue é misturado. Para aqueles que matam, somos cristãos. Unidos no sangue, embora entre nós ainda não consigamos dar os passos necessários rumo à unidade, e talvez o tempo ainda não chegou. A unidade é uma graça, que deve ser pedida. Eu conhecia um pároco em Hamburgo que acompanhava a causa de beatificação de um padre católico guilhotinado pelos nazistas porque ensinava o catecismo às crianças. Depois dele, nas filas dos condenados, havia um pastor luterano, morto pelo mesmo motivo. O sangue deles se misturou. Aquele pároco me contava que tinha ido ao encontro do bispo e lhe dissera: “Eu continuo acompanhando a causa, mas de todos os dois, e não só do católico”. Esse é o ecumenismo do sangue. Ele também existe hoje, basta ler os jornais. Aqueles que matam os cristãos não pedem para você a carteira de identidade para saber em qual Igreja você foi batizado. Devemos levar em consideração essa realidade.
Na exortação, o senhor convidou a escolhas pastorais prudentes e audazes com relação aos sacramentos. A que o senhor se referia?
Quando eu falo de prudência, não penso em uma atitude paralisante, mas sim em uma virtude de quem governa. A prudência é uma virtude de governo. A audácia também é. Deve-se governar com audácia e com prudência. Eu falei do batismo e da comunhão como alimento espiritual para seguir em frente, a serem considerados como um remédio, e não como um prêmio. Alguns logo pensaram nos sacramentos para os divorciados em segunda união, mas eu não entrei em casos particulares: eu só queria indicar um princípio. Devemos buscar facilitar a fé das pessoas, mais do que controlá-la. No ano passado, na Argentina, eu havia denunciado a atitude de alguns padres que não batizavam os filhos das mães solteiras. É uma mentalidade doente.
E quanto aos divorciados em segunda união?
A exclusão da comunhão para os divorciados que vivem uma segunda união não é uma sanção. É bom lembrar disso. Mas eu não falei disso na exortação.
O próximo Sínodo dos Bispos irá tratar disso?
A sinodalidade na Igreja é importante: falaremos sobre o matrimônio em seu conjunto nas reuniões do consistório em fevereiro. Depois, o tema será abordado no Sínodo Extraordinário de outubro de 2014 e, novamente, durante o Sínodo Ordinário do ano seguinte. Nesses âmbitos, muitas coisas serão aprofundadas e se esclarecerão.
Como procede o trabalho dos seus oito ”conselheiros” para a reforma da Cúria?
O trabalho é longo. Quem queria fazer propostas ou enviar ideias o fez. O cardeal Bertello recolheu os pareceres de todos os dicastérios vaticanos. Recebemos sugestões dos bispos de todo o mundo. Na última reunião, os oito cardeais disseram que chegamos ao momento de fazer propostas concretas, e no próximo encontro, em fevereiro, eles me entregarão as suas primeiras sugestões. Eu sempre estou presente nos encontros, exceto na manhã da quarta-feira, por causa da audiência. Mas eu não falo, apenas ouço, e isso me faz bem. Um cardeal idoso, há alguns meses, me disse: “O senhor já começou a reforma da Cúria com a missa cotidiana em Santa Marta”. Isso me fez pensar: a reforma começa sempre com iniciativas espirituais e pastorais, antes que com mudanças estruturais.
Qual é a relação certa entre a Igreja e a política?
A relação deve ser ao mesmo tempo paralela e convergente. Paralela, porque cada um tem o seu caminho e as suas diversas tarefas. Convergente, apenas em ajudar o povo. Quando as relações convergem primeiro, sem o povo, ou não se importando com o povo, começa aquele conúbio com o poder político que acaba apodrecendo a Igreja: os negócios, os compromissos… É preciso prosseguir paralelamente, cada um com o seu próprio método, as suas próprias tarefas, a sua própria vocação. Convergentes só no bem comum. A política é nobre, é uma das formas mais altas de caridade, como dizia Paulo VI. Nós a sujamos quando a usamos para os negócios. A relação entre a Igreja e o poder político também pode ser corrupta, se não converge no bem comum.
Posso perguntar-lhe se teremos mulheres cardeais?
É uma piada que saiu não sei de onde. As mulheres na Igreja devem ser valorizadas, e não “clericalizadas”. Quem pensa nas mulheres cardeais sofre um pouco de clericalismo.
Como está o trabalho de limpeza do IOR?
As comissões referentes estão trabalhando bem. O Moneyval nos deu um relatório bom, estamos no caminho certo. Sobre o futuro do IOR, veremos. Por exemplo, o “banco central” do Vaticano seria a APSA [Administração do Patrimônio da Sé Apostólica]. O IOR foi instituído para ajudar as obras de religião, missões, as Igrejas pobres. Depois se tornou como é agora.
Há um ano, o senhor podia imaginar que celebraria o Natal de 2013 em São Pedro?
Absolutamente não.
Esperava ser eleito?
Não esperava. Eu não perdi a paz enquanto os votos aumentavam. Permaneci tranquilo. E essa paz ainda existe agora, eu a considero um dom do Senhor. Terminado o último escrutínio, levaram-me ao centro da Capela Sistina e me perguntaram se eu aceitava. Eu respondi que sim, disse que me chamaria Francisco. Apenas então me afastei. Eles me levaram para a sala adjacente para trocar de hábito. Depois, pouco antes de me assomar, me ajoelhei para rezar por alguns minutos, juntamente com os cardeais Vallini e Hummes, na Capela Paulina.

EVANGELHO DO DIA 27.12.2013 (Jo 20,2-8)

PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO, SEGUNDO JOÃO 
- No primeiro dia da semana, 2Maria Madalena saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”. 3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo.5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. 6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. 8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu e acreditou.
Palavra da Salvação.