"Mensagem da Rainha da Paz"

MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM MEDJUGORJE DE 02.02.2018 “Queridos filhos! Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzi-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÉ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÃO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria. Obrigada.”
MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM MEDJUGORJE DE 25.01.2018 “Queridos filhos! Que este tempo seja para vocês o tempo da oração a fim de que o Espírito Santo através da oração desça sobre vocês e os dê a conversão. Abram os seus corações e leiam as Sagradas Escrituras a fim de que, através dos testemunhos, também vocês possam estar mais próximos de Deus. Filhinhos, procurem acima de tudo a Deus e as coisas de Deus e deixem para a Terra aquilo que é da Terra porque satanás os atrai para o pó e para o pecado. Vocês são convidados à santidade e foram criados para o Céu. Procurem, portanto, o Céu e as coisas celestes. Obrigada por terem respondido ao meu chamado.”
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terça-feira, 1 de julho de 2014

Testemunho do amor

 
Ele tem 80 anos de idade e toma café da manhã todos os dias com sua esposa.
Eu perguntei: por que sua esposa está em casa de repouso?
Ele disse:
- Porque ela tem Alzheimer (perda de memória).
Eu perguntei: a sua esposa se preocupa e sempre te espera para ir tomar café com ela?
E ele respondeu:
- Ela não se lembra... Já não sabe quem eu sou, faz cinco anos, já não me reconhece.
Surpreso, eu disse:
- E ainda toma café da manhã com ela todas as manhãs, mesmo que ela não te reconheça?
O homem sorriu e olhou para os meus olhos e apertou minha mão. Em seguida, disse:
- "Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é".

terça-feira, 24 de junho de 2014

"SEM MEDJUGORJE EU NÃO TERIA FILMADO 'A PAIXÃO DE CRISTO'"

 
Jim Caviezel

Parte da entrevista com Jim Caviezel

Hoje quando as pessoas me perguntam porque eu vou a Medjugorje, eu digo a eles: “Olhem, se vocês não acreditam em radioatividade, vão até Chernobyl e permaneçam por lá 5 dias. Vocês verão que seus cabelos começarão a cair. Estas são as conseqüências da radiação. Em Medjugorje existe uma radiação do Paraíso, na qual milhares de pessoas se convertem e gerações de pecadores se dissolvem. É uma irradiação do Espírito Santo O qual guia as pessoas a rezar, ir à Missa diariamente e a adorar o Santíssimo Sacramento. 

Sem Medjugorje eu nunca teria feito este papel, meu coração se abriu a oração e aos sacramentos. Eu sabia que tinha de estar muito perto de Jesus se queria fazer o Seu papel. Todos os dias eu me confessava e ia a Adoração Eucarística. 

O rosário foi constantemente rezado. Não sei quantos rosários eu rezei durante o filme. Eu queria transmitir algo à minha equipe. Como eu poderia transmitir Medjugorje para eles senão através da minha vida? Para mim Medjugorje significa viver os Sacramentos, na unidade da Igreja.

O padre permaneceu atrás do cameraman com o Santíssimo Sacramento em suas mãos e ele se aproximou de mim. Quando as pessoas vêem o brilho de meus olhos no filme, eles não percebem que eles estão vendo a Jesus, o reflexo da Hóstia Consagrada em minhas pupilas. Isto é como acontece também na cena da crucificação: o padre estava presente, segurando o Santíssimo Sacramento em suas mãos, enquanto eu rezava continuamente. 


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Dr. Renato Buzzonetti, o médico pessoal de João Paulo II


"Eu nunca soube por que ele me escolheu", confidencia Renato Buzzonetti, que, durante 27 anos, foi um amigo muito estimado pelo beato Karol Wojtyla. Médico do conclave, Buzzonetti foi apresentado ao papa João Paulo II logo após a sua primeira bênção pública na sacada da Basílica de São Pedro.
“Ele era um doente obediente”, relembra Buzzonetti em entrevista de 29 de março. “Mas assim que ele notava sinais de melhora, não pensava duas vezes e saía da cama para se refugiar na capela”.
Falando da santidade do papa, ele afirma que “mais de uma vez eu tive que suspender a vista médica porque o papa fechava os olhos e mergulhava num silêncio profundo, que o isolava de todos ao redor, inclusive de mim, por mais que estivesse com um estetoscópio nas mãos. Ele orava mesmo nas horas mais impensáveis, como quando entrou pela primeira vez na sede da Organização das Nações Unidas com um terço na mão".
"Um momento heroico foi o pós-operatório da traqueostomia. Era a tarde de 24 de fevereiro de 2005, no início da segunda convalescência no hospital Gemelli, cerca de um mês e meio antes da morte. Era uma operação necessária para evitar uma crise respiratória, mas que comprometeria a capacidade dele de falar. Quando ele acordou da anestesia, percebeu que não reconhecia mais a própria voz e escreveu numa folha em branco, em polonês: ‘O que vocês fizeram? Mas... Totus Tuus’".
O momento mais crítico de todos foi, definitivamente, o do dia do atentado, 13 de maio de 1981, na Praça de São Pedro: "Na ambulância, ele orava continuamente, repetindo em polonês ‘Meu Jesus, minha mãe Maria’, até a chegada ao Gemelli, quando ele perdeu a consciência e adormeceu com os medicamentos que administramos antes da cirurgia". Depois, recordando o atentado, ele dizia: "Aquele homem queria conhecer o terceiro segredo de Fátima na marra", em referência a Ali Agca.
E como esquecer, por fim, aquele 2 de abril de 2005, a noite da morte de João Paulo II?
Buzzonetti segurou a mão do Santo Padre até os últimos momentos: "Para o médico cristão, muitas vezes um cireneu desconhecido, a agonia de uma pessoa é um ícone da agonia de Jesus. A de João Paulo II foi a morte de um homem já despojado de tudo, que tinha lutado o bom combate e chegado ao encontro com o Senhor [...] Nós cantamos o Te Deum, um hino de louvor e de ação de graças que se fundia com a oração unânime dos fiéis na Praça de São Pedro".

domingo, 27 de abril de 2014

Coroa de Nossa Senhora de Fátima

VOCÊ SABIA?

A coroa que a imagem ostenta apenas nas grandes celebrações é um exemplar único, executado em Lisboa e é resultado do trabalho gratuito de 12 artistas durante três meses. Esta coroa foi oferecida pelas mulheres portuguesas a 13 de Outubro de 1942, em ação de graças por Portugal não ter entrado na 2º Guerra Mundial.
Mais recentemente, a coroa passou a ter incrustada a bala oferecida por João Paulo II. O falecido Sumo Pontífice ofereceu a bala que lhe trespassou o corpo no atentado de que foi vítima em Roma, a 13 de Maio de 1981, em sinal de agradecimento à Virgem, por lhe salvo a vida.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Testemunho Medjugorje: Ivo Juricic

"IVO, TU ÉS MEU FILHO AMADO. TU SERÁS COMPLETAMENTE CURADO. TU SERÁS O MEU SINAL VIVO SOBRE A TERRA."

Estou aqui para contar-lhes a minha história. As coisas que aconteceram em minha vida. Aconteceram tantas coisas comigo... Creio que para cada um de vocês aconteceram tantas coisas... Mas quando Deus está perto de nós é mais fácil andar avante e levar tudo isto.
Até os 19 anos vivia uma vida normal como todos os outros jovens, ia à escola, jogava basquete. O basquete era o meu grande sonho.
Um dia senti dor em meu joelho. Então fui visitar o médico do local que me indicou ir imediatamente até Zagreb, na Croácia. Quando cheguei em Zagreb os médicos me viram e disseram que tinha que ir logo para a mesa de operação onde eles tiraram um pedaço do osso de meu joelho e o enviaram para a biópsia e detectaram um câncer ósseo e realizaram a amputação imediata da perna. Senão perderia tudo.
Depois de quatro horas e meia de intervenção, quando acordei, fui procurar a minha perna e não a encontrei mais. Naquele momento meu mundo ruiu. Não tinha mais condições de continuar a jogar basquete. 
Depois de seis meses de tratamento recebi a minha prótese e voltei para casa. Voltando para casa tentava ter uma vida normal como antes, mas tinha uma grande dificuldade, todos os meus amigos do basquete seguiram o seu caminho e eu fiquei sozinho. Naquele período conheci um grupo de rapazes que iam todos os dias ao bar e nos encontrávamos para beber. Minha vida piorava a cada dia mais. Aquele período era muito difícil para os meus pais, especialmente para a minha mãe. Mas agradeço a Deus que este período tenha durado apenas quatro ou cinco meses. Minha mãe chorava e rezava por mim.
Então começaram as aparições de Nossa Senhora em Medjugorje. Minha mãe pediu que eu fosse a Medjugorje para me encontrasse com a vidente Vicka e procurasse falar com ela. Não podia mais ver o sofrimento de minha mãe e prometi a ela que no dia seguinte iria.
Me encontrei com Vicka, falei com ela e ela me disse: “Olhe Ivo, se quiser ficar para a aparição hoje a noite, pode ficar.” Eu aceitei em respeito a vidente. Durante a aparição não vi nada, nem ouvi nada. Naquela noite depois da aparição os videntes foram para a Missa e depois voltaram para casa.
Já tinha passado um ano e meio da minha operação e deveria voltar para o hospital fazer exames e ver como estava a minha situação de saude. Me pediram para ficar cinco dias para saberem os resultados. Uma enfermeira me procurou e disse: “você deve voltar para o hospital, pois algo não anda bem.” A metástase começou em todo o meu corpo.
O médico me disse claramente: “começou a metástase e devo dizer que não posso ajuda-lo e nem mesmo a quimioterapia. Pelo meu diagnóstico, você tem no máximo um ano de vida.”
Minha última esperança era pedir ajuda para Nossa Senhora.
Voltei para Medjugorje e falei com Vicka sobre tudo o que estava acontecendo e pedi permissão que ela falasse a Nossa Senhora. Pedi uma última ajuda a Nossa Senhora para que me dissesse claramente o que deveria fazer com a minha vida. Esperava uma resposta concreta de Nossa Senhora.
Após a aparição, Vicka me disse: “Ivo, Nossa Senhora te disse: IVO VOCÊ É LIVRE. VOCÊ DEVE DECIDIR SOZINHO SE DEVES IR PARA A QUIMIOTERAPIA OU SE NÃO DEVES IR.”
Tinha apenas 19 anos e estava prestes a morrer. Compreendi que nem a quimioterapia poderia me ajudar. Minha ultima esperança era Nossa Senhora. Esperava uma resposta concreta da parte de Nossa Senhora e Ela me disse que eu era livre. Voltei para casa estava muito triste. A pouca fé que tinha antes disto desapareceu. Naquela noite não consegui dormir. Meus pais estavam prontos para irem comigo para a quimioterapia. Pensei e decidi não ir para nenhuma parte. Era uma grande luta para minha família, pois não sabíamos o que fazer.
Minha mãe me disse de voltar para Medjugorje e para a vidente Vicka. Disse para minha mãe: “Mamãe, porque retornar para Vicka ? Não se lembra que Nossa Senhora ontem a noite não me disse nada ??”
Então não queria mais ficar com esta situação dentro de casa. Queria sair e não sabia para onde ir. Dirigi por uma ou duas horas e me encontrei novamente na frente da casa da vidente Vicka. Ela estava com outros amigos e me pediu para subir e participar novamente da aparição.
Participei novamente da aparição por respeito e somente rezei: “Querida Nossa Senhora, porque não me ajuda? Tenho apenas 19 anos. Porque não diz para Vicka o que devo fazer? Ajuda-me, minha querida Nossa Senhora.”
Ao terminar a aparição estava saindo como da primeira vez e a vidente Vicka olha para mim sorrindo e me disse: “Ivo, espera que tenho que falar uma mensagem para você.” Estava muito contente porque Nossa Senhora olhou para mim por pelo menos por um segundo.
Quando saíram todos, Vicka se aproxima de mim e me disse: “Ivo Nossa Senhora te disse DECIDISTES BEM PORQUE NÃO FOSTES PARA ZAGREB.”
Eu disse: “Obrigado Nossa Senhora, mas por que ontem a noite não me disse isto???”
Nossa Senhora sabia o que estava fazendo.
Voltei para casa. Estava muito contente. Também naquela noite não consegui dormir porque não sabia ainda o que Nossa Senhora queria de mim.
No dia seguinte retornei a casa de Vicka para a aparição e Vicka se aproxima e me diz: “Nossa Senhora te  disse: 'IVO, TU ÉS MEU FILHO AMADO. TU SERÁS COMPLETAMENTE CURADO. TU SERÁS O MEU SINAL VIVO SOBRE A TERRA.' ”
Na noite seguinte estava na aparição novamente e Vicka me disse: “Ivo, durante a aparição, vi Nossa Senhora com você em Seu colo e de seu coração subia uma cor azul.”
Na noite seguinte após a aparição Vicka se aproxima de mim e me disse: “Ivo, vi Nossa Senhora e a esquerda vi você com a sua prótese e a sua perna perdida. Nossa Senhora disse que quando o sinal for deixado sobre a colina das aparições, logo depois deste sinal, Nossa Senhora fará completar a cura de Ivo fazendo crescer novamente a sua perna perdida”.
Passaram-se mais de 30 anos e devo dizer a vocês que nunca mais retornei para fazer os exames de rotina porque não tenho necessidade. Porque naquele quando Nossa Senhora disse que terminaria a minha cura tinha sido curado por dentro. Me tornei uma outra pessoa. Porque Nossa Senhora entrou em minha vida. A oração se tornou a chave da minha vida. A oração entrou em minha vida. Daquele momento a minha cruz não era mais cruz. Aquele foi o período mais belo da minha vida. Compreendi que somente com a oração poderia ter contato com Nossa Senhora. Compreendi que somente com a oração saberia qual seria a minha estrada, tudo o que rezo a Nossa Senhora tem sido escutado. Meu primeiro pedido a Nossa Senhora foi: “Minha querida Nossa Senhora, ajuda-me para compreender o que devo fazer, não quero viver uma vida sendo sempre ajudado pelos outros. Tu sabes mais do que eu em que eu posso trabalhar”.
Naquele tempo tínhamos graves problemas com o comunismo. Deveria começar a trabalhar em um banco em Citluk (cidade próxima de Medjugorje). Os comunistas souberam e me chamaram em seu escritório e me disseram: “Ivo, você para nós não tem problema, mas esqueça Medjugorje e de falar com os videntes”. Eu disse: “Agradeço a vocês, mas a minha estrada é outra. A minha estrada agora é em direção a Medjugorje, a Santa Missa e Nossa Senhora.”
Voltei para casa e não perdi a confiança. Continuava a rezar nesta intenção. Porque sabia que Nossa Senhora me ajudaria e me mostraria o que deveria fazer.
Depois de um período de vinte dias ou um mês, chegou em nossa casa um peregrino belga que sabia da minha situação com um quilo de materiais para se fazerem terços. Ele me disse: “Ivo, este é o seu trabalho. Com isto conseguirás viver”. Pela primeira vez na minha vida aprendi como se fazia terços. Naquele momento não acreditei que pudesse viver deste trabalho. Passaram-se mais de 29 anos e ainda hoje faço terços, vivo pelas minhas mãos. Para mim é muito importante conseguir manter-me pelas minhas mãos sem pedir ajuda. Agradeço a Nossa Senhora por ter me encontrado um trabalho. Um dos trabalhos mais belos do mundo. Comecei a viver uma vida normal. A oração me ajuda a andar para frente.
Comecei a viver as mensagens de Nossa Senhora. Uma segunda vez rezei para Nossa Senhora: “Querida Nossa Senhora, me ajude a formar uma família. Porque também eu quero viver uma vida normal como todos os outros. Ajuda-me a encontrar uma mulher que me ajudará a andar avante na vida e a levar esta cruz.”
Então Nossa Senhora novamente me levou à casa da vidente Vicka. Casei-me com uma de suas irmãs. E um ano depois de nosso casamento, tivemos uma filha. Hoje ela tem 28 anos, mora em Zagreb, na Croácia, é casada e tem duas filhas.
Vemos que para Deus tudo é possível. Nós homens pensamos que muitas coisas não são possíveis. Devemos compreender que estando junto de Deus, tudo é possível.
Agradeço a Deus por ter me tornado um homem. Em um tempo achava que isto não seria possível. Volto um pouco ao passado. Posso dizer a vocês que a vida sem Deus não existe. Passei um tempo vivendo como se Deus não existisse. Era quando era jovem, tinha saúde achava que podia fazer tudo o que quisesse. Um dia acordei e vi que eu não era nada. Tinha apenas 19 anos quando cheguei ao fundo do poço. Agradeço a Deus que mandou Nossa Senhora um ano depois do começo de minha doença. Agradeço a por minha mãe pelo seu sofrimento, que por sua fé, por sua oração, me colocou dentro do Coração de Nossa Senhora. Nossa Senhora a escutou. Seguramente sem a fé de minha mãe e sem a sua oração eu não estaria agora diante de vocês.
Digo a Nossa Senhora: “Obrigado Nossa Senhora por esta cruz em minha vida. Sem esta cruz jamais conheceria o Amor de Deus”.
Coloquemos Deus em primeiro lugar. Esta é a única estrada. Quando decidimos colocar Deus em primeiro lugar, as outras coisas perdem a importância.
Para chegar no Coração de Nossa Senhora é fácil. Devemos compreender que Nossa Senhora é a nossa Mãe. Nossa Senhora fala com uma linguagem simples. Ela somente nos pede: “REZEM, REZEM, REZEM”... A única estrada para encontrarmos Deus em nossa vida é a nossa oração. Devemos compreender que sem a nossa oração não encontraremos a Deus, sobretudo a oração em nossas famílias. A oração mais poderosa é a oração em família.
Quando temos Deus em nosso coração fazemos parte de uma grande família, que é a família de Deus.

Ivo entre Pe. Mateus fmdj e Sr. José Ribamar
Secretariado Rainha da Paz - RJ


quarta-feira, 2 de abril de 2014

A bela história de Elena Artioli

Uma bonita jovem, com uma história de fé ligada a Medjugorje. A doença, a busca de respostas, de esperança. Elena Artioli nos conta sua vida e como enfrentou as dificuldades:


A minha história começa aos 16 anos quando, por problemas de visão recorrentes, fico sabendo que possuo uma má-formação arteriovenosa cerebral (angioma), na parte posterior esquerda da região frontal, da dimensão de cerca de 3 cm.
A minha vida, a partir daquele momento, muda profundamente. Passo a viver com medo, angustiada, na tristeza, na ansiedade cotidiana, na falta de conhecimento daquilo que poderia acontecer a qualquer momento.
Vou à procura de “alguém”... alguém que possa dar-me uma explicação, uma ajuda, uma esperança. Percorro meia Itália com o apoio e a proximidade dos meus pais, à procura da pessoa que possa dar-me a confiança e as repostas que eu precisava. Após várias grandes decepções por parte dos médicos, que me trataram como um objeto, e não como uma pessoa, sem a mínima consideração por aquilo que é o mais importante, que são os sentimentos da pessoa, seu “lado humano”, eu recebo um presente do céu, o meu Anjo da Guarda: Edoardo Boccardi, neurologista chefe do Departamento de Neurorradiologia do Hospital Niguarda, em Milão.
Essa pessoa, além de estar próxima a mim do ponto de vista médico, com extremo profissionalismo e experiência, através de exames, investigações de diagnósticos repetidas ao longo do tempo, foi capaz de me dar sempre a confiança, as respostas e a esperança que eu estava procurando... de tal forma que me confiei totalmente a ele...  Não importa como andassem as coisas, sabia ter uma pessoa especial e preparada ao meu lado.
Disse-me ele, naquele momento, que não iria fazer uma operação cirúrgica ou qualquer tipo de terapia,  porque era uma área muito grande e rarefeita para ser tratada com a radiocirurgia. Eu poderia levar a minha vida com a máxima serenidade possível, mas deveria evitar as atividades que pudessem provocar um aumento da pressão cerebral. Os riscos a que eu poderia ser submetida eram os de uma hemorragia cerebral por ruptura dos vasos ou de um aumento das dimensões do ninho vascular, que poderia produzir, em consequência,  um sofrimento do tecido cerebral circundante.
Eu sou fisioterapeuta e trabalho diariamente com pessoas com deficiências causadas por situações como a minha... Digamos que nem sempre é fácil ter a força e a vontade de lutar, sem se deixar abater. Apesar disso, a minha força, a minha vontade e o desejo de me tornar uma grande fisioterapeuta levaram-me a superar caminhos extremamente difíceis como fazer cursos de pós-graduação, procurando passar em exames como neurocirurgia, câncer, que “falavam”, de certa maneira, de mim e da minha situação.
Graças a Deus, os resultados das minhas ressonâncias magnéticas, realizadas a cada ano em Milão, eram semelhantes, sem alterações significativas ao longo do tempo. A penúltima ressonância magnética foi feita há cinco anos atrás, exatamente no dia 21 de abril de 2007. Desde então, passei a adiar os outros exames, por temer que algo pudesse ter mudado ao longo do tempo.
Na vida, atravessamos momentos de dor, de desconforto, de raiva, devidos a várias situações, quais possam ser o fim de uma relação amorosa importante, as dificuldades no trabalho, na família. Num período da minha vida no qual meu coração atravessava grande sofrimento, deixei-me convencer, por uma querida amiga, colega de trabalho, a fazer uma peregrinação a Medjugorje, lugar, segundo ela, de grande paz e serenidade interiores, aquilo de que eu tinha necessidade naquele momento. E assim, com muita curiosidade e também um pouco cética, parti para o Festival de Jovens, em Medjugorje, no dia 02 de agosto de 2011, junto com minha mãe. Vivi quatro dias de intensas emoções. Aproximei-me muito da fé e da oração (antes, se recitar uma “Ave Maria” era cansativo, agora sinto necessidade e alegria em fazê-lo).
A subida aos dois montes, especialmente o Krizevac (o Monte da Cruz), onde, em seguida a uma oração, me desce uma lágrima que me surpreende, são lugares de profunda paz, alegria e serenidade interiores. Eram exatamente aquelas sensações a que se referia continuamente a minha amiga, nas quais eu custava a crer.
Era como se entrasse algo dentro de ti que não tinhas pedido. Rezei muito, mas nunca foi capaz de pedir nada, porque eu sempre pensava que havia pessoas que tinham precedência e prioridade em comparação a mim, aos meus problemas. Voltei para casa profundamente mudada no espírito, com alegria nos olhos e serenidade no coração. Sou capaz de lidar com os problemas da vida cotidiana com um espírito e uma energia diferente, sinto a necessidade de dizer ao mundo como me sinto e o que experimentei. A oração se tornou uma necessidade diária: faz com que me sinta bem. Com o passar do tempo, tomei consciência de ter recebido a minha primeira grande Graça. Encontro a coragem e a decisão, após cinco anos, de agendar o meu costumeiro exame em Milão, marcado para 16 de abril de 2012.
Antes, porém, era importante para mim a confissão com um padre exorcista de Florença, Don Francesco Bazzoffi, um homem de grandes qualidades e valores, que sinto muito próximo a mim. Fui ter com ele alguns dias antes do exame, mais exatamente no dia 14 de abril, sábado, e depois da minha confissão, na qual ressaltei minha preocupação com os exames da segunda-feira seguinte, ele decidiu dar-me uma bênção pessoal para o meu problema de saúde, com a imposição de mãos. Ele me disse: “Bem, não é nem mesmo muito grande...”. Isso me surpreendeu e me fez refletir (eu sabia que era do tamanho de 3 cm), e continuou dizendo: “O que é isso? Cerca de 1 cm?!”... Antes de sair da sala, me disse: “Elena, quando nos encontraremos de novo? Em maio? Então me contará o que tiver acontecido!”. Eu, muito confusa e surpresa, lhe respondi que voltaria em maio.
Na segunda-feira, fui a Milão com meus pais, que não me deixam nunca ir sozinha para exames, e vivi um dia de intensas emoções.
Depois da ressonância magnética, fiz a visita ao meu médico. Confrontando o último exame com aquele de cinco anos atrás, fica evidente uma acentuada redução das dimensões do ninho vascular e redução geral do calibre das principais drenagens venosas. Instintivamente olho para minha mãe, e é como se nos encontrássemos no mesmo instante, no mesmo ponto. Ambas sentíamos as mesmas coisas e, com lágrimas nos olhos, não tivemos a mínima dúvida de que eu havia recebido uma segunda Graça.
Da conversa com o médico incrédulo, surge que:
- A dimensão do ninho vascular é de cerca de 1 cm (e isto está ligado àquilo que o padre dissera)
- Que é praticamente impossível que uma MAV diminua espontaneamente, sem nenhuma terapia (o meu médico me disse que este era o seu primeiro caso, na sua vasta experiência de trabalho, também no estrangeiro); geralmente ou cresce ou permanece com o mesmo tamanho.
Todo médico, como toda pessoa de “ciência”, deve ter uma terapia apropriada que produz certo resultado. Eu não podia fazer parte disso. Naquele momento, tão mágico para mim, tinha somente vontade de correr e de chorar, sem dar qualquer tipo de explicação a ninguém. Estava vivendo algo muito grande, muito emocionante, muito e somente sonhado.
No carro, a caminho de casa, admirava o céu e Lhe perguntava “por que tudo isso... a mim”? Eu, na realidade, nunca tive a coragem de pedir nada. Foi-me dado tanto: a cura física sem dúvida é algo visível, tangível, verdadeiramente grande, mas reconheço muito maior a cura espiritual interior, o caminho de conversão, a serenidade e a força que agora possuo, que não tem preço e não tem comparação.
Só agora posso afirmar, com alegria e serenidade, que qualquer coisa que me possa acontecer no futuro, a enfrentarei com um espírito diferente, com mais serenidade e coragem e com menos medo, porque NÃO ME SINTO SOZINHA e aquilo que me foi dado é algo verdadeiramente GRANDE. Vivo a vida de uma maneira mais profunda: cada dia é um presente. Este ano retornei a Medjugorje, ao Festival de Jovens, para AGRADECER. Estou certa de que, no dia do exame, Maria estava dentro de mim e muitas pessoas concordam com isso. Elas agora me dizem que tenho uma luz diferente nos olhos...
OBRIGADA, MARIA.


quinta-feira, 27 de março de 2014

Garota cega volta a enxergar em Medjugorge


Cega de um olho, e curada de um momento para o outro. Não existe nada de gradual no caso  da visão de Raffaella Mazzocchi. Aos 16 anos, em 22 de dezembro de 2001, a garota italiana perdeu completamente a visão do olho direito quando estava na escola. Os médicos descobriram que o problema aconteceu devido a uma neurite ótica retrobulbar, um vírus que destrói irreversivelmente o nervo ótico.

“É um diagnóstico sem esperança de recuperação, e nenhum tratamento parecia funcionar. Eu fui forçada a abandonar a escola porque eu não conseguia estudar. Eu não conseguia nem mesmo dormir, e segui em frente com as drogas psicotrópicas, e neste estado eu vivi um pesadelo  por oito anos. Perdi a fé e  parei de frequentar a igreja”, diz Raffaella Mazzocchi em seu depoimento ao Messaggi Medjugorje.

“Um dia, minhas tias, minha mãe e minha irmã decidiram ir a Medjugorje, e a todo custo queriam me levar com elas. Eu estava relutante, mas acabei sucumbindo aos apelos da minha família, mas eu não tinha nenhuma intenção de rezar pela minha recuperação.”

Raffaella Mazzocchi e sua família chegaram a Medjugorje e subiram a Colina das Aparições em 26 de junho de 2009. Na descida, algo fora do comum chamou a atenção da família.

“Minha irmã percebeu que o sol se movia de uma forma fora do normal, e parecia estar dançando. Então, eu peguei os óculos de sol da minha irmã e com o meu olho bom, o esquerdo,  primeiro vi claramente o sol girando e pulsando, quase se aproximando do meu rosto e se afastando novamente, e então mudando constantemente de cor, tornando-se vermelho, azul, laranja, verde”, relata Raffaella Mazzocchi.


“Tirei então os óculos e comecei a chorar desesperadamente, porque percebi que tinha perdido também a visão do meu olho esquerdo e havia ficado completamente cega. Meus gritos atraíram muitos peregrinos, que se juntaram ao meu redor, mas eu continuava gritando mais e mais desesperadamente, porque sentia um forte ardor nos olhos.  

Esta cegueira total durou cinco minutos, os mais longos da minha vida. Quando minha mãe viu que eu estava em pânico, ela me sentou e procurou me acalmar de alguma maneira.

Eu fiquei com a cabeça abaixada e com os olhos fechados. De repente, senti uma necessidade urgente de abrir meu olho direito, o olho doente, e me dei conta de que podia ver as minhas mãos. Abri o outro olho e percebi que podia ver muito bem com ele também.

Movimentei as mãos para frente e para trás diante dos meus olhos e compreendi que estava curada, mas, em vez de pular de alegria, fiquei com medo e paralisada. Ao olhar para os meus olhos, minha mãe percebeu a mudança em mim e correu para me abraçar. O mesmo fizeram todos os muitos peregrinos.

Desde aquele dia, a minha visão ficou totalmente recuperada e continua ainda perfeita. E, o que é mais importante, eu também recuperei a minha fé, porque agora, finalmente, eu enxergo em todas as direções.” 

Fonte: www.medjugorjetoday.tv/6354/blind-woman-saw-after-sun-miracle

segunda-feira, 10 de março de 2014

ARREPENDIMENTO DE UM SOLDADO SOVIÉTICO ANTES DE MORRER

Uma das metas do comunismo é destruir a fé, os jovens da URSS eram submetidos a um ateísmo massacrador, mas isso não impediu que vocações surgissem em meio à terrível perseguição que sofria os cristãos. E foi nesse contexto que o militar Aleksander Zacepa escreveu a oração abaixo pouco antes de morrer. A oração foi publicada em 1972 em uma revista clandestina. Essa é uma tradução feita a partir do site Relgion en Libertad :

“Escuta, ó Deus! Em minha vida não falei nenhuma vez contigo, mas hoje me dá vontade de fazer uma festa. Desde pequeno me disseram que Tu não existes… E eu, como um idiota, acreditei. Nunca contemplei tuas obras, mas esta noite, dentro de uma cratera feita por uma granada, vi o céu cheio de estrelas e fiquei fascinado por seu resplendor. Nesse instante compreendi como é terrível o engano. Não sei, ó Deus, se me darás tua mão, mas te digo que Tu me entendes… Não é algo incrível que em meio a um inferno tenebroso me tenha aparecido a luz e te tenhas descoberto? Não tenho nada mais que dizer-te. Sinto-me feliz, pois te conheci. À meia-noite temos que atacar, mas não tenho medo, Tu nos olhas. Deram o sinal! Tenho que ir. Que bom se estiver contigo! Quero dizer-te, e Tu sabes, que a batalha será dura: talvez esta noite eu vá bater à tua porta. Se bem que até agora não fui teu amigo, quando eu partir, me deixarás entrar? Meu Deus, eu irei… será difícil regressar. Mas, o que me acontece? Choro? Meu Deus, olha o que me aconteceu. Somente agora comecei a ver com clareza… Que incrível, agora a morte não me dá medo”.

sábado, 8 de março de 2014

A espetacular cura de Sara Frijak


Queridos irmãos, queridas irmãs, a paz! Acompanhemos a pequena Sara, acompanhada por sua mãe, Valentina Frija, e por sua avó, Nada Kalinski, na subida ao Monte Krizevac, em Medjugorje, onde Sara recebeu uma enorme graça. Esta foi uma das mais de 500 curas extraordinárias que aconteceram em Medjugorje. Acompanhemos o testemunho de Nada:

“Há doze anos atrás, notamos que Sara tinha um distúrbio intestinal. Quando era criança, tinha dores; após uma hora em pé, saía dela sangue e muco. Recomendaram-nos uma cirurgia, mas ela poderia perder a sensibilidade ou morrer.
Propus-lhe irmos a Medjugorje, porque eu já tinha alcançado uma graça ao subir o Monte Krizevac.


Chovia e nevava quando subimos o monte. Sara era muito pequena, sentia-se mal e estava doente. Olhei para cima e achei que não chegaria, mas naquele instante algo aconteceu dentro de mim. Sabia que tinha que chegar de qualquer maneira ao topo.
Comecei a chorar e disse então ao Senhor: ‘Eu não posso ajudá-la. Ajuda-a Tu!’. Pedi ajuda a Jesus e pedi a Nossa Senhora pela saúde de Sara. 
O tempo estava péssimo. Chovia e nevava. Mas, naquele instante, um raio de sol veio do céu e iluminou Sara e ela começou a cantar: “Virgem Maria, rogai por nós!”. Não esquecerei mais aquele momento. O seu sorriso está sempre diante de meus olhos.
Todos começaram a cantar junto dela e tive a certeza de que estava curada. E assim foi.
Antes não sorria, porque sofria de dores terríveis. Não falava com as pessoas. Mas, quando descemos o monte, sorria para todos.”


Mostrando os exames que comprovam a cura da filha, Valentina continua:
“Quis confirmar que a doença não retornaria Os médicos fizeram uma nova análise. A biópsia e a retoscopia tiveram resultado oposto ao anterior. Sara não estava mais doente.
Eu agradeço a Nossa Senhora. A partir daquele dia, conduzo peregrinações para agradecer a Nossa Senhor pela sua cura.
Digo sempre a Sara que ela tem duas mães: eu, que lhe dei à luz, e outra, que está no céu, que lhe deu vida, usando de misericórdia para com ela. Sara não esquecerá de que deve viver consciente deste fato.”

sábado, 1 de março de 2014

"Foi então que Deus veio tomar o 1º lugar na minha vida"

São José, tu, meu terno pai... 

Há anos que fiz um contrato com S. José: ele dá-me provas da sua bondade e eu dou-o a conhecer. No sábado passado, vendo que se aproximava a sua festa de 19 de Março, falei-lhe assim durante a oração da manhã: “Querido S. José, tu sabes que muitos não fazem ideia do teu poder no Céu, nem do teu desejo de os ajudar. Perdem assim tantos favores teus, tão necessários! Se queres obter mais amigos que te rezem, dá-me um belo testemunho e eu o publicarei. E ainda convidarei os leitores a oferecerem-te um Trintário, antes da tua festa (PS 3). Dou-te um trabalho, resolve tu!”

Dois dias depois, uma querida amiga de Dubrovnik chegou de improviso a nossa casa. Passando pelo nosso caminho, na sua descida do Podbrdo, ela gostava de fazer uma pequena pausa. É Stosija. Mal chegou deixou extravasar a sua alegria e a sua face iluminou-se. Depois contou-nos:

“Eu nasci perto de Zadar, na Croácia. Na minha infância ouvia a minha família rezar todos os dias. Nunca olhava a estátua da Sagrada Família como fazem as criancinhas. Casei-me com um homem de Dubrovnik, para onde fui viver. Na época a vida quotidiana era muito difícil: Então partimos para trabalhar na Alemanha, onde o meu marido tinha um restaurante e uma galeria de arte. Todos os anos no verão vínhamos a Dubrovnik. Eu era muito mais jovem, e a minha vida de oração era pobre. Tivemos dois filhos. Tudo corria bem até o meu filho adoecer. Foi então que Deus veio tomar o 1º lugar na minha vida.

Em 1985, vim a Medjugorje pela 1ª vez, com o meu filho. Convidados por Fr. Slavko, estivemos presentes durante a aparição, depois ele disse-nos que fossemos confessar-nos. Depois de 1985 vim com frequência e isso mudou completamente a minha vida! E não apenas a minha, mas a da minha família. Dou graças a Deus! Quando ouvi falar do Santuário croata de S. José em Karlovac, fui lá. Inscrevi-me na Fraternidade de S. José e comecei a rezar-lhe. Foi assim que ele se tornou para mim um poderoso protector.

Perdi o meu marido em 1999. Agora vivo em Dubrovnik, cidade que amo. Mas a nossa velha casa em pedra, embora magnífica (com jardim, bem entendido) era demasiado grande para mim. O meu maior problema era escolher um lugar para viver. Após quatro anos, pusemos a casa à venda, mas em vão. Tenho um vizinho muito gentil e bem sucedido na vida. Falei-lhe de Deus e a partir daí ele assiste à missa com regularidade. Perguntou-me muitas vezes onde iria eu viver quando a casa fosse vendida. Respondia-lhe:

“Deixo Deus decidir. Talvez num lar para reformados, ou em casa da minha filha?”

Em Medjugorje encontrei o livro da Ir. Emmanuel “O Menino escondido de Medjugorje”, com todas aquelas belas histórias. Todas as noites, antes de adormecer, peço à minha querida Gospa que escolha para mim uma das histórias para a noite. Em Setembro passado, coloquei o livro sobre o coração e, de olhos fechados, abri o livro e encontrei a história do Artesão de Varsóvia. Esta história ensina-nos que podemos confiar as nossas necessidades a S. José. Escrevei-lhe uma carta e juntai-a à sua imagem. Fazei-lhe o pedido com regularidade e, na fé, esperai o resultado. Então pedi a S. José que me ajudasse a resolver o meu problema. Olhei a sua imagem e disse-lhe: “Meu querido S. José, pede por mim para que eu saiba se Deus quer que fique aqui! É tarde, então escrever-te-ei amanhã o meu pedido”. Era um sábado à noite.

No domingo de manhã, fui à missa e o meu vizinho (de nome José!) acolheu-me dizendo: “Louvados sejam Jesus e Maria!” Depois da missa convidei-o para beber um café e conversar um pouco. Logo que nos sentamos, perguntou-me de novo quais eram os meus planos quando a casa fosse vendida. Respondi:

‘Não sei, depois verei. Herdei de meu pai uma parcela de terra, perto de Zadar. Talvez possa vender esta pequena propriedade e construir um aparamentosinho no meu jardim e ficar aqui’. Imediatamente ele me disse: ‘Eu vou comprar esse terreno!’ Respondi rindo: ‘Porque quereria comprá-lo?’ ‘Apenas porque quero ajudá-la!’ , ripostou ele. Olhei a imagem de S. José e disse-lhe : ‘Meu querido S. José, ainda não te escrevi a carta e tu já me respondeste!’

Estamos a tratar dos papéis. Como engenheiro civil, o meu vizinho fez todos os planos e ajuda-me a trabalhar por isto. Vamos também construir uma pequena capela perto da casa, chamada Nazaré e dedicada à Sagrada Família. Pedi a S. José que fosse meu ministro das finanças e tudo o que ele era na sua própria casa: um bom pai de família, um bom protetor e um bom pai nutrício. Estou feliz por ver isto realizar-se!»

Graças a Stosija, recebi a minha história no dia seguinte à minha oração a S. José e a tempo de a publicar aqui! E se ele me deu tão depressa este testemunho é, tenho a certeza, para que também vós adoteis este grande santo. Dir-se-ia que ele vos procura!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Vida numa Jarra


Durante a segunda guerra, Irena conseguiu permissão para entrar no Gueto de Varsóvia como encanadora, e para fazer limpeza de esgoto. Toda vez que ela saia do gueto, escondia uma criança no fundo de sua sua caixa de ferramentas, ou em sacos de lixo. Ela adestrou um cão, para fazer barulho quando ela deixava o gueto, e assim atrair a atenção dos guardas nazistas. Ela salvou 2500 crianças da morte. Nos momentos finais da guerra, ela foi descoberta, e os nazistas quebraram as pernas e braços dela. Cada criança salva tinha o nome escrito em papel, e escondido em uma jarra enterrada no quintal dela. Após a guerra, ela pegou o registro de cada uma das crianças, e tentou achar os parentes. As crianças que ficaram definitivamente sem parentes vivos foram orientadas para adoção. Em 2007 ela foi indicada ao prêmio Nobel da paz, mas quem ganhou foi o Al Gore, por seu power-point sobre mudanças climáticas... Ela morreu em 2008, e seu trabalho é hoje continuado, em uma organização que se chama "vida numa jarra" (life in a jar).

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Madre, você acredita em Medjugorje ?

Em uma carta enviada para Denis Nolan, Madre Teresa de Calcutá, escreveu: 
  "Todos nós, em nossa casa, rezamos uma Ave Maria antes da Santa Missa para Nossa Senhora de Medjugorje." (8/04/1992)

Testemunho do Padre Slavko Barbaric do seu
encontro com Madre Teresa de Calcutá

Há alguns anos, Madre Teresa, ao saber das aparições em Medjugorje, fez três pedidos a Nossa Senhora. Disse ela : 
— Nossa Senhora, se é verdade que a Senhora vêm até nós, atende-me em três pedidos: 

1° Ajuda-me a abrir um convento na Rússia.
Pouco depois de enviar esta carta, com estes três pedidos, o governo comunista autorizou a Congregação Missionários da Caridade de se instalarem naquele país. 
Quando se apresentou aos órgãos do governo, para tratar destes assuntos, e atender às condições impostas, uma das perguntas que lhe fizeram foi : 
— Que significa para a senhora um indivíduo comunista ? 
E então Madre Teresa respondeu : 
— É um filho de Deus a quem quero trazer o Amor de Deus. 
As portas, então, se abriram. Ela que é tão pequenina, entrava por aquelas portas para fazer uma obra tão grande. 
Enquanto os homens discutem e discursam sem uma conclusão final. Analisando o que é favorável para este ou aquele problema. Madre Teresa, frágil e pequenina, caminha sempre. 
Com relação a Cuba, seu relato é comovente, quando ao encontro com Fidel Castro nos anos 80. 
O comunista cubano pergunta : 
— Que pretende a senhora fazer aqui, se temos todos nossos problemas resolvidos? 
Eis que responde Madre Teresa : 
— Quero ir aí para rezar...
Com a mesma cara séria, Fidel responde : 
— Se é assim, pode vir...
Quando Madre Teresa falou em rezar, não quis dizer que ia apenas para recitar o rosário, isoladamente em alguma sala. 
Não foi essa a impressão que Fidel teve dela. Ele sabia que ela estaria presente com suas ações, através da oração. 
Alguém poderá dizer que isso é fácil, quando se trata de Madre Teresa de Calcutá. Acontece, porém, que ela não nasceu Madre Teresa de Calcutá. Tornou-se o que ela é. 
Certa vez, uma das irmãs da Congregação, alegou que não tinha tempo para rezar, pois devia cuidar de muitos doentes e miseráveis. Madre Teresa chamou-a e determinou-lhe que fizesse suas orações
em dobro, porque sabia que, rezando, assim, diante de Deus, nós diminuímos, crescendo em nós todos os aspectos positivos. 

Referente ao 2° pedido, feito à Nossa Senhora, é um exemplo de amor pelos irmãos doentes vítimas do HIV. 
Madre Teresa pediu naquela ocasião (1986), que Nossa Senhora ajudasse os médicos e pesquisadores para que fosse encontrada a cura para a Aids. Os aidéticos são nossos irmãos, justifica ela. 
Talvez além da cura, que atualmente, alcançam um tempo maior de esperança com a intervenção da série de remédios e outros tratamentos, ao nosso alcance estão nossas orações e o fim do preconceito com estes doentes.
Todos nós que seguimos a Escola de Maria, nos perguntamos, frente ao exemplo desta mulher, frágil e com grande amor pelos miseráveis, quando teremos a coragem de dizer : 
—  Senhor, eis me aqui! Coloco-me à tua inteira disposição!
Com o exemplo de Madre Teresa, temos a oportunidade para que iniciemos a nossa tarefa. 
Isso não quer dizer que vamos fazer o que ela fez. Entretanto, se quisermos trabalhar pela Paz, é preciso que estejamos sempre disponíveis a todos, sem discriminação, principalmente para com nossos inimigos. 
Padre Slavko ainda relata, que no momento que encontrou com Madre Teresa perguntou à ela quando viria a Medjugorje:
— Não desejo ir a Medjugorje, tenho receio que as pessoas pensem em ir para me encontrar e não por causa de Nossa Senhora. Não é pecado que as pessoas tenham o desejo de ver-me. Quando eu for a Iugoslávia, na próxima vez, irei até Medjugorje. 

O 3° pedido, feito a Nossa Senhora, era de auxiliar, da forma que fosse possível, as obras na Índia, e desta forma, atender melhor todos aqueles que necessitam do Amor de Deus.
Em um encontro com Dr. Mark Miravalle, Madre Teresa confidenciou que Nossa Senhora de alguma forma ajudou as obras na Índia. 
Nos conta o Dr. Mark: Depois de alguns minutos de conversa entusiasmada com Madre Teresa, sobre outros assuntos marianos,  eu perguntei sobre o calendário com imagem da Gospa, Nossa Senhora de Medjugorje e  perguntei-lhe :
—  Madre, você acredita em Medjugorje? 
Ela respondeu, colocando o dedo até os lábios como se fizesse o gesto "shhh".
—  Eu pedi a Nossa Senhora de Medjugorje para vir a minha primeira casa em Calcutá, visitar nossos doentes,  e Ela veio! 

Dr. Mark, nos conta que não teve coragem de questionar ainda mais sobre Medjugorje, "Como é que Ela veio - na forma de uma aparição,  de uma cura?" Madre Teresa simplesmente deixou o assunto com um sorriso sereno no rosto. 
Dr. Mark Miravalle, professor de teologia na Universidade Franciscana de Steubenville , especializado em Mariologia. Presidente da Associação Vox Populi Mariae Mediatrici, um movimento católico que promove o Quinto Dogma de Nossa Senhora, Medianeira e Co-Redentora. 
A Bem Aventurada, Madre Teresa, está sepultada nesta casa que ajudou a fundar em colaboração com voluntários e outras irmãs em Calcutá, norte da Índia. 
Madre Teresa, faleceu no dia 05 de setembro de 1997, aos 87 anos, vítima de ataque cardíaco, o terceiro e último. (1° em 1983, 2° em 1989)
Nascida na cidade de Skopje, atualmente Albânia, e na época do início das aparições em Medjugorje, a província da Macedônia fazia parte da Iugoslávia. 
Agnes Gonxha Bojaxhiu, seu nome de batismo, foi beatificada pelo 
Papa João Paulo II no dia 19 de outubro de 2003, Dia Mundial das Missões.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

ROSTO DE CRISTO APARECE NO MOMENTO DA CONSAGRAÇÃO, DIA 22 DE NOVEMBRO DE 2013, NA ÍNDIA, ANTES DA FESTA DE CRISTO REI!!! 


Pe. Pathickal relatou que, no momento da elevação, na santa Missa, das 07h, notou uma "mancha" aparecer, na Hóstia grande. Tornou-se ainda maior e brilhante e, de repente, apareceu um rosto. O padre disse que manteve a Hóstia ao lado e continuou a Missa com outra, que se encontrava no Sacrário. Após a celebração, o padre chamou o sacristão que confirmou, claramente, ser o 'Rosto de Cristo'. E colocou-O num Ostensório, em cima do Altar, para a Adoração. Centenas de pessoas, como KJ Thomas, viram um rosto brilhante de um homem barbado, com cabelos longos. Era preto e branco: não tinha cor. "Eu me senti muito abençoado de estar na Sua presença e sentir a Sua Paz!", disse Thomas ao mattersindia.com. No Domingo (24/11), a Hóstia foi levada por uma equipe de funcionários da Arquidiocese de Thalasserry (anteriormente Tellicherry), uma cidade a cerca de 60 km a oeste de Vilakannur, em Kerala. Fundada em 1962, a paróquia conta com mais de 500 famílias e 1.250 católicos. A maioria deles de segunda e terceira gerações de pessoas que migraram do centro de Kerala, no último século. A veneração pública da Hóstia começou imediatamente após a santa Missa, na sexta-feira. No entanto, a Arquidiocese parou dentro de horas e enviou uma equipe de três padres, dirigido pelo Pe. Kudilil. Frei Kudilil disse que "o rosto" continua visível na Hóstia, em Vilakannur, mesmo depois de quatro dias. "Isso não parece ser feito pelo homem. Nada pode ser visto no verso do Hóstia", explicou. O padre, no entanto, recusou-se a divulgar onde a Hóstia está mantida agora, a fim de evitar que as pessoas se aglomerem naquele lugar. "O prelado também está discutindo a questão com outros bispos de Kerala, especialmente o Cardeal George Alencherry, chefe da Igreja Sírio Malabar", disse o Pe. Kudilil.